Rússia e EUA com ideias diferentes para travar ciberguerra
29-06-2009
Os Estados Unidos e a Rússia vão discutir como combater a ciberguerra. Os dois países têm perspectivas diferentes para se travar os ataques que lançam o caos nos sistemas informáticos e Internet, e que podem representar um novo campo de batalha.
A reunião vai ser na próxima semana quando o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitar Moscovo, e na Assembleia Geral das Nações Unidas prevista para Novembro.
Os dois países têm uma filosofia diferente para enfrentar o problema. A Rússia defende um tratado entre os vários países como se fez com as armas químicas, que por exemplo permita banir nações que introduzam códigos maliciosos activados à distância, em caso de guerra.
Os Estados Unidos estão contra tratados que permitam aos Governos censurar na Internet, argumentando que este tipo de política tem o potencial de dar cobertura a regimes totalitários. Por outro lado, os responsáveis norte-americanos são da opinião que um tratado destes seria ineficaz já que é quase impossível saber se um ataque na Internet é proveniente de um Governo, de um hacker leal ao Governo ou de um terrorista que está a agir independentemente.
Os EUA sugerem antes uma coordenação entre as forças de segurança das nações, mas a Rússia teme que a ausência de um tratado permita uma corrida ao armamento que pode ter consequências graves. No entanto, os oficiais norte-americanos consideram que havendo uma cooperação para tornar o ciberespaço mais seguro contra os actos criminosos, também estarão a torná-lo mais seguro contra campanhas militares.
“Nós acreditamos na defesa, defesa, defesa”, disse um elemento do Departamento do Estado norte-aAs ameaças crescentes na Internet já chamaram a atenção dos governos em todo o mundo. Muitos países, incluindo os Estados Unidos, estão a desenvolver “armas lógicas” – escondidas em computadores capazes de congelá-los em momentos cruciais ou de causar danos nos circuitos –, sistemas espiões e aparelhos que emitem microondas capazes de queimar circuitos informáticos a quilómetros de distância.
As ameaças crescentes na Internet já chamaram a atenção dos governos em todo o mundo. Muitos países, incluindo os Estados Unidos, estão a desenvolver “armas lógicas” – escondidas em computadores capazes de congelá-los em momentos cruciais ou de causar danos nos circuitos –, sistemas espiões e aparelhos que emitem microondas capazes de queimar circuitos informáticos a quilómetros de distância.
As ameaças crescentes na Internet já chamaram a atenção dos governos em todo o mundo. Muitos países, incluindo os Estados Unidos, estão a desenvolver “armas lógicas” – escondidas em computadores capazes de congelá-los em momentos cruciais ou de causar danos nos circuitos –, sistemas espiões e aparelhos que emitem microondas capazes de queimar circuitos informáticos a quilómetros de distância.
Fonte: http://publico.pt

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