A remoção de 110 mil toneladas de resíduos das instalações da ex-Siderurgia Nacional, no Seixal, deverá demorar cerca de cinco meses e vai custar 2,5 milhões de euros, 70 por cento dos quais fundos comunitários. «Estamos a investir para reparar situações de más práticas ambientais que no passado foram seguidas no nosso país, através de um esforço de recuperação de passivos ambientais industriais», explicou ao Correio da Manhã a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro.

A remoção total dos passivos industriais originados pela actividade da Siderurgia Nacional arranca hoje e vai implicar a limpeza de oito hectares de terrenos, onde estão depositados vários tipos de resíduos, alguns perigosos, e inertes.

Já no segundo semestre deste ano deverá arrancar a descontaminação dos terrenos afectados pelas lamas industriais em Sines, operação que deverá demorar dois anos e vai custar 11,5 milhões de euros.

Fonte: Ambiente Online