A associação ambientalista Quercus emitiu parecer desfavorável à ampliação de duas pedreiras na freguesia de Fátima. A consulta pública à avaliação de impacte ambiental terminou ontem.

A Quercus critica a falta de fiscalização das entidades competentes porque, denuncia, as duas pedreiras, na aldeia de Casal Farto, já foram ampliadas, mesmo antes de terem luz verde para o fazer.

Ambas as pedreiras começaram a funcionar em 2002, “com a destruição de pinhal e de azinhal protegido” e, apesar de “forte contestação”, foram “licenciadas pela Direcção Regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo, do Ministério da Economia”, escreve a Quercus em comunicado.

Durante a exploração, uma das pedreiras “explorou fora da área licenciada, o que é manifestamente ilegal”. Esta situação foi reconhecida pelo estudo de impacte ambiental, segundo o qual a exploração “extravasou a área licenciada”, tendo o requerente desencadeado o seu processo de regularização.

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Fonte: Público